Desapego, sua linda!
Leonardo Brossa
25 de janeiro de 2012

Uma mudança de comportamento que os tempos atuais trouxeram é o desapego às idéias. Não adianta nada ter a ideia genial se ela vai continuar sendo só uma ideia. Sabendo disso, passamos a nos preocupar muito menos em guardar à 7 chaves as nossas e passamos a dividi-las em mesas de bar com amigos e pessoas que a gente acredita que possam nos ajudar a colocá-las na rua.

Desde que abri a Quintal tenho sido procurado por conhecidos que querem uma força para colocar suas ideias em prática. Pra mim tem sido uma experiência e tanto, pois estou  aprendendo a dar forma e pensar em um modelo de negócio para algo até então intangível

Mas nessa semana pude ver todo esse desapego em uma ferramenta nova e super interessante, o Qrawr. Eles se vendem como “comments for real walls” já dando uma sacaneada nos monólogos que acontecem nas redes sociais, onde muita gente quer falar e pouca gente quer ouvir.

Conheça o Qrawr

Os caras convocam você a pensar em utilidades para a ferramenta, porque nem eles ainda sabem o potencial dela. Claro que tem jogada aí, mas eles já podiam ter lançado ela fechada, já pensando na entrada de marcas, midia kit completo e por aí vai.

Basicamente o Qrawr é um leitor específico de QR-Codes gerados por eles. Esses códigos vão  ser distribuídos em formas de adesivos para serem colados em objetos reais. Escaneados, carregarão esses “real walls” centralizando as discussões. Dessa forma eles enriquecem e tornam exclusivas essas conversas, através de  pessoas impactadas realmente por esse “sticker”.

Bom, confere lá e pensa em uma idéia. Já mandei duas para eles e vou receber os meus. Já tem muita gente falando que o modelo dos caras vai ser a venda dos adesivos, mas acho que eles ainda querem entender até onde dá pra chegar…


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Digital - Planejamento
Social Media 2012
Gustavo Fontes
07 de dezembro de 2011

Chega nessa época do ano e muitos estão ávidos procurando por dados e informações para ajudar na apresentação sobre a força das mídias sociais e como elas se comportaram nesse ano.

Afinal de contas, 2012 está batendo na porta e, mais uma vez, precisamos convencer Deus e o mundo da força dessas tais mídias sociais.

Tentando ajudar nesse momento, separei aqui dos links que podem nos ajudar bastante.

Retrospectiva 2011 – Twitter

Social Media 2011
Imagem de Amostra do You Tube


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Pulso
TV, mais viva do que nunca (mesmo nos Estados Unidos)
Bruno Altieri
26 de novembro de 2011

Essa matéria do G1 me chamou a atenção:

Mas a TV não está morta?

Claro que não, se a gente pensar TV apenas como uma “tela grande”. Porque é isso que ela é. E isso é muito bom. O iPad oferece uma experiência quase igual ao iPhone, só que numa tela maior. Um detalhe? Não, isso faz toda a diferença. Cinquenta polegadas também fazem. E a gente continua comprando televisores.

Agora, se pensarmos TV como o modelo atual dos canais de televisão, isso tende a morrer mudar, mesmo, assim como o jornal, a revista… A maneira de consumir conteúdo hoje mudou, a maneira de produzir, também. Todos os meios tendem a imitar o que dá certo em um mundo online: tudo é social, interativo, on demand, etc. Falando especificamente de TV, há dois fatores que nos aproximam dessa mudança: as Smart TVs e a notícia de que a Apple estaria pensando em lançar uma TV no ano que vem (algo como um iPad gigante). Ou seja, o mercado está se mexendo. E quando a Apple se mexe, o mercado se mexe mais.

A tendência dos canais (emissoras) nesse novo contexto é que eles sejam como os canais do YouTube, ou simplesmente apps, simplesmente emissoras de conteúdo, e sempre haverá demanda por conteúdo, em qualquer tela. Principalmente nas grandes.


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Planejamento
Como é vista a sua companhia?
Iuren
01 de novembro de 2011

Fala galera, meu nome é Iuren Alves, trabalho no planejamento da Quê. A Fátima Rendeiro me convidou para escrever no blog faz mais de uma semana e eu só terminei agora.

Preguiça? Incapacidade? Medo de dar errado? Pode ser. Mas o que mais me empaca é a necessidade de fazer algo relevante.

Porque, em minha opinião, isso define a diferença entre perder e investir – e isso pode ser tempo, dinheiro etc – tanto o meu quanto o seu e o de outras pessoas que não estão nessa vida a passeio (desculpem o clichê).

Então, aqui, eu faço essa proposta: vamos viver de forma relevante.

- Tentando modificar a vida das pessoas, não importando se for através de posts ou de algo bem maior em nosso dia-a-dia, no trabalho ou não.

- Fazendo somente reuniões que valham à pena, evitando gastar tempo com o que pode ser dito por email.

- Indo além da eficiência no trabalho, além da presença familiar: contribuindo de forma positiva para o espírito local, ajudando na união das pessoas, no bom clima, no combate à apatia, na promoção de novidades.

- Fazendo o tempo que os outros investem prestando atenção em você e o que você investe se predispondo a fazer alguma atividade não ser tempo perdido.

Se nos dizemos seres vivos, por que não trazer vida, nos esforçando diariamente para ser um elemento que acrescente e, não, um elemento a mais?

Quanto mais fizermos isso, mais a nossa companhia será considerada um investimento, afinal ela significará segurança, harmonia, qualidade, tempo e, claro, dinheiro.

Realmente nem tudo aí em cima é fácil de fazer, mas o que importa mesmo é ir tentando do nosso jeito, evitando certas inutilidades e comprovando os resultados =)


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Pulso
Afinal, para que serve a mobilização?
Bruno Brum
20 de outubro de 2011

Para estrear no blog, nada melhor do que um tema contemporâneo e provocativo. Após ser convidado pela querida Fátima Rendeiro, fiquei pensando em um assunto interessante durante duas semanas. E no meio de tantos avatares de crianças e desenhos, resolvi falar de mobilização. E afinal, o que é e para o que serve a tal mobilização?

Segundo as definições da famosa Wikipédia, mobilização é o ato de ajuntar e fazer tanto tropas como provisões prontas para a guerra. A palavra “mobilização” foi usada a primeira vez, em um contexto militar, para descrever a preparação do exército prussiano durante os anos de 1850 e 1860.

Depois de ler bastante sobre a origem da palavra e as suas intenções, fui refletir sobre o real objetivo e desdobramentos da mobilização.  E afinal, para o que ela serve?

Para mobilização ter fundamento é necessário transformar. A mobilização sem o poder de transformar não tem final, perde a razão. Mobilizar por mobilizar é vazio. Seja a transformação de um comportamento, a transformação de um ambiente ou de uma causa. É necessário transformar.

E quando levamos isso para essa história da troca de avatares por desenho que tomou as nossas redes sociais, chego a uma conclusão: Temos um belo motivo para nos mobilizarmos. A luta contra a violência infantil é mais do que justa. Mas nos movermos de verdade. Chega de mobilizações pela internet que não nos levam a lugar nenhum e que no final não geram transformação nenhuma.

Enquanto na Estônia as pessoas se mobilizam via internet e limpam o país todo em um dia Imagem de Amostra do You Tube, no Egito derrubam um presidente, os Brasileiros fazem “pseudo-revoluções” com avatares de desenhos e colocam hashtags nos trending topics do twitter.

Chega de revoluções feitas na frente das telas do computador e que serão esquecidas em menos de um mês.

MOVE ON GUYS!


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Mídia
A Evolução da Internet
Gabriel Cunha
20 de outubro de 2011

Não sou um super fã de infográficos, mas achei essa referência bem interessante.  O material conta um pouco da história da Internet desde o seu surgimento em um projeto militar, passando pela época da bolha, surgimento de blogs, games, redes sociais até chegar a realidade atual de usuários multiconectados realizando várias tarefas através da rede.

Ver tudo o que a humanidade já passou após o surgimento da Internet me faz questionar quais serão os próximos quadros desse infográfico…

infográfico sobre a evolução da Internet


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Inovação no consumo do entretenimento
Vinicius Oberg Guedes
18 de setembro de 2011

Na onda do “Check-in” baixei um aplicativo sensacional. O nome do app é GetGlue e basicamente possui a mesma mecânica do FourSquare. É mais uma rede que se utiliza do Gamification, conceito que aplica a lógica dos games (pontos, competição e status) para o engajamento do público.


Nele você pode saber o que seus amigos estão assistindo, lendo ou até bebendo.  E claro, explorar cada uma dessas experiências. O GetGlue nada mais é do que uma grande rede social voltada para o consumo do entretenimento. Iniciativas como essa sinalizam como será esse consumo daqui pra frente, sempre provocando estímulos e valorizando a recomendação. Porém, como em todo conceito novo, também existem aqueles que são contra. Sugiro o artigo “Gamification é bullshit“, publicado no BrainStorm9.


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