Arquivo de outubro de 2010


Categoria
Digital - Planejamento - Pulso
Sou Barato e sou Limpinho
Leonardo Brossa
27 de outubro de 2010

Esse mês, aqui no Rio, o trânsito da cidade foi acometido por engarrafamentos em pontos específicos, deixando os motoristas e os pedestres desavisados com uma pulga atrás da orelha. Na Barra, muita gente não entendeu como a Ayrton Senna estava parada perto das 10h.

A explicação era simples: Supermercados Guanabara. É isso mesmo, outubro é o mês de aniversário da rede popular fluminense. Além disso, eles inauguraram um novo e suntuoso ponto na Barra da Tijuca.

Novo Guanabara na Barra

Óbvio que há um grande esforço de comunicação por parte deles que atinge seu target na testa, mas me impressiona como um mercado popular ampliou seu público e hoje atinge a classe AB facilmente. Na fila de carros da Barra era fácil encontrar desde o bom carro popular até os enormes importados típicos da região.

Aqui na agência e na minha casa vivo cercado por mulheres, vi como todas comentavam sobre as ofertas incríveis da rede e da experiência de compra agradável. “é super limpo”, “os corredores são amplos”, “mix de produtos excelente” e por aí vai.

Da minha parte, considero, junto com o Prezunic, o melhor lugar para comprar carne pra churrasco, pois o setor tem um “consultor” que te ajuda a não errar a mão.

Nos tempos de engajamento pra cá, botão like pra lá, retuíta aí Tio, co-criação e outras coisas mudernas, a única certeza que tenho é que nada supera uma experiência positiva de compra. Seja porque o lugar é legal ou porque o preço é imbatível. Isso sim fideliza e constrói percepção de marca. Eu mesmo bebo no mesmo bar há 20 anos – chope gelado e atendimento imbatível.

Agora, essa história que no “Supermercado Guanabara ninguém fica parado” é caô. Conta outra…

Imagem de Amostra do You Tube

Categoria
Digital
Revolução silenciosa
Vinicius Oberg Guedes
15 de outubro de 2010

Alguém já parou para pensar no futuro dos museus e os conflitos que eles podem viver com as próximas gerações?

Será que, em seus formatos atuais, vão continuar envolvendo os chamados “nativos digitais”?

Bem, a fórmula que os museus lá de fora estão encontrando é a de misturar o formato tradicional com a geração de experiências e interação permanente com o público. Quer um exemplo? O MOMA, em Nova York.

Um aplicativo para Iphone foi criado com objetivo de  complementar a experiência vivida no museu. Uma das principais funções segue a tendência comportamental da nova geração, a de socialização digital. Através do app é possível compartilhar tudo aquilo que você está vivendo com os amigos do facebook.

Especialistas, artistas e museólogos tendem a ser mais conservadores nessa discussão, mas não podem fechar os olhos para essa realidade. Uma coisa é certa: o tema tem que ser mais discutido. As gerações estão mudando em uma velocidade nunca vista e a discussão sempre acaba caindo na mesma linha.

Será que vai acabar? A internet foi para dentro do celular, já o rádio caminha para dentro da internet, o que vimos até agora não foi o fim de nada e sim uma grande integração.

Pelo que vimos os museus parecem caminhar nessa mesma linha.