Alguém já parou para pensar no futuro dos museus e os conflitos que eles podem viver com as próximas gerações?
Será que, em seus formatos atuais, vão continuar envolvendo os chamados “nativos digitais”?
Bem, a fórmula que os museus lá de fora estão encontrando é a de misturar o formato tradicional com a geração de experiências e interação permanente com o público. Quer um exemplo? O MOMA, em Nova York.
Um aplicativo para Iphone foi criado com objetivo de complementar a experiência vivida no museu. Uma das principais funções segue a tendência comportamental da nova geração, a de socialização digital. Através do app é possível compartilhar tudo aquilo que você está vivendo com os amigos do facebook.
Especialistas, artistas e museólogos tendem a ser mais conservadores nessa discussão, mas não podem fechar os olhos para essa realidade. Uma coisa é certa: o tema tem que ser mais discutido. As gerações estão mudando em uma velocidade nunca vista e a discussão sempre acaba caindo na mesma linha.
Será que vai acabar? A internet foi para dentro do celular, já o rádio caminha para dentro da internet, o que vimos até agora não foi o fim de nada e sim uma grande integração.
Pelo que vimos os museus parecem caminhar nessa mesma linha.


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Concordo com o final do post, acredito que estejamos caminhando para um ambiente de integração de mídias.
Não vejo como as novas mídias poderiam determinar o fim de museus ou de livros, mas pelo contrário, a tecnologia tende a enriquecer a experiência dos usuários com qualquer fonte de cultura.