Arquivo da Categoria ‘Digital’


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Digital - Pulso
Começou o jogo!
David Coelho
15 de agosto de 2011

Os tão famosos social games, febre no Facebook e Orkut, chegaram ao Google+.

O Google disponibilizou 16 jogos na nova rede social, entre eles Angry Birds, Bejeweled e Zynga Poker. Alguns deles já são clássicos entre os social games e outros do mundo mobile.

Até aí nada de novidade, tendo em vista que os social games já atraem milhões de pessoas para as redes sociais já existentes. Vamos avaliar o impacto disso daqui algum tempo tendo em mente o gráfico abaixo.

Ter esses games no acervo do Google+ pode ajudar ainda mais nesse crescimento que eles tiveram em tão pouco tempo. Ainda mais com games que já são viciantes no mobile, através do Android, que já faz parte do guarda-chuva Google. O acordo do Google com empresas como a Zynga, já podem vir com o pacote Android/Chrome/Google+.

AH NÃO! SPAM DE GAMES NO GOOGLE+ TAMBÉM???

Quem é usuário do Facebook já deve ter recebido infinitos pedidos de adoção de uma vaca solitária ou de um pato sem memória. Enviar moedas verdes que é bom nada, né? (não entendeu? clique aqui)

Não se preocupem, o “Seu Google” foi camarada e implementou um botão que ativa e desativa a opção Games. Desativando essa opção, você não recebe as solicitações de Games de seus amigos. Ponto para o Google.

 

 

Optando por jogar, você pode comparar sua pontuação com a de seus amigos, assim como os outros social games. Algo que torna a disputa bem mais atrativa.

Eu ainda não consegui bater meu camarada Mark. E olha que ele ainda está jogando fora de casa.

 

 

 Colaborou para este post: Brenda Carolina (@becarol)


Uma nova ruptura
Gustavo Fontes
27 de maio de 2011

Em toda a sua história, o mercado publicitário sofreu rupturas no seu modelo de negócios e na qualificação dos profissionais provocado pelo avanço tecnológico. Foi assim com o jornal, com a televisão, com o celular…

A bola da vez é o Ipad. Os tablets representam o elo que faltava entre a web e o mobile. Todos querem ter o seu pelas inúmeras qualidades e funcionalidades do produto.

Assim como foi quando a televisão surgiu, imagino que quando o Ipad chegar às mãos de mais pessoas a ruptura vai ser tão intensa quanto antes.

E essa ipadmania vai refletir no nosso mercado. Já vemos alguns anunciantes migrando, engatinhando, para esta tela (mais naquele estilo “surgiu uma oportunidade aqui, vamos anunciar no Ipad?”). Os profissionais que trabalham com a área digital já são exigidos e cobrados sobre o tema. Ainda estamos (profissionais e usuários) em fase de adaptação, mas já podemos notar que a publicidade no Ipad é mais rica, interativa e proporciona muito mais engajamento do consumidor com a marca.

O potencial criativo e a capacidade de experiências nos tablets é gigantesco.

Uma pesquisa realizada pela MobClix (rede de anúncios móbile norte-americana) é um primeiro indício dessa mudança que teremos mais a frente. De acordo com a pesquisa, os usuários de Ipad são mais propensos a clicar nos banners enquanto estão jogando em seus aplicativos. O CTR foi, em média, 8 vezes maior do que em aparelhos Android e 3,5 vezes maior que no Iphone. Ou seja, realmente o tablet provoca uma maior interação dos usuários.

A mensagem mais importante que fica é: aproveitem a característica do meio e gerem experiências para seu público!

Abaixo tem dois vídeos que achei de publicidades voltadas pro Ipad e que interagem com o público. Os dois são simples e eficientes.

Imagem de Amostra do You Tube

Enfim, devemos nos aprofundar sobre esse tema, pesquisar e aprender, enquanto temos tempo… As pessoas estão nos mostrando que o Ipad, o 1, o 2, o 3…, veio para ficar.

Vamo que vamo!


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Digital - Mídia
O Futuro da Televisão
Gustavo Fontes
21 de maio de 2011

Uma discussão que permeia o mercado publicitário nos dias de hoje, diz respeito a nova forma de consumo dos meios.

Notamos uma queda das audiências dos meios tradicionais. Mais importante do que isso, os jovens hoje possuem uma linguagem de consumo da informação muito diferente.

A tradicional leitura perde cada vez mais espaço para uma linguagem do entretenimento.
Hoje, as inovações tecnológicas ditam o ritmo dessas mudanças e da própria comunicação.

Diante desse cenário, é normal imaginarmos que a inovação chegará nos meios tradicionais.

Outro dado importante para pensarmos é de que a tecnologia evolui de uma forma muito agressiva e sempre acima do linear que imaginamos.

Imaginando todo esse contexto e permitindo uma previsão futurística, o laboratório de pesquisas alemão syzygy fez um vídeo sobre como será a televisão no futuro, com total interação nas mídias sociais e controlada pelo Ipad ou Iphone.

Mais do que qualquer palavra, vale a pena ver o vídeo e pensarmos um pouco em qual ritmo a evolução tecnológica está e como isso afetará nossas vidas.

Vamo que vamo!


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Digital - Mídia
Anestesia digital
Rodolfo Laranjeira
29 de abril de 2011

“Talvez alguns usuários de iPhone tenham se surpreendido, na semana passada, quando descobriram que o telefone registra dados sobre a localização de seu dono a cada minuto. E que envia tudo para a Apple.”

Com esse registro, o editor de plataformas digitais do Globo, Pedro Doria, inicia um filosófico texto na sua coluna Digital & Mídia da última terça feira no caderno de economia do Globo papel, sobre vulnerabilidade e paranoia na era digital.

Pedro não diz nenhuma novidade, mas faz uma análise extremamente rica sobre o poder atual dos grandes grupos digitais em nossas vidas “particulares”, como Google e Apple, por exemplo. Pontua muito bem quando diz que o grande aliado desses grupos é a ‘atmosfera anestésica’ em que se encontra a maioria dos consumidores digitais.

Para teóricos de comunicação e profissionais de propaganda que vivem de estudar o comportamento de consumo tentando descobrir como chegar até o próximo alvo, vale a reflexão macro do quanto todo esse poder de penetração na vida dos consumidores é rico e valioso.

Abaixo link com o texto do Pedro no Blog do Ricardo Noblat, para quem já embrulhou o peixe com o jornal.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/04/26/escolhemos-fim-da-privacidade-376666.asp

Na mesma página do caderno de economia, logo abaixo da coluna do Pedro, Steve Jobs diz o seguinte: “Não rastreamos ninguém”. Ok, ok.

Grande abraço

Rodolfo Laranjeira


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Digital
E você, conhece o Charlie Sheen?
Gustavo Fontes
22 de março de 2011

Charlie Sheen é um ator norte-americano com seus 45 anos de idade. Sua carreira começou de forma impressionante, com os sucessos de Platoon, Wall Street e Top Gang.

Mas sua vida começou a cair na graça da mídia na década de 90, quando problemas com álcool, drogas e mulheres (Sheen chegou a dormir com 27 prostitutas numa noite) faziam parte do pacote do ator.

Seus casamentos também ganharam a cena com histórias sórdidas e sempre mal explicadas, como o envolvimento dele com a esposa e uma garota de programa.

E vocês devem estar se perguntando por que estamos falando da vida desse cara aqui no Pulso…

Então, em 2002 ele ganhou um prêmio de melhor ator de série cômica e a CBS resolveu lhe dar uma série própria, Two and a Half Man, uma das melhores séries cômicas norte-americanas.

O sucesso da série crescia exponencialmente nos EUA, assim como suas confusões fora de cena, o que transformavam Charlie Sheen cada vez mais num ícone ou num fanfarrão para os norte-americanos, falem bem ou falem mal, mas falem de Charlie Sheen!

Mas os casos extra-conjugais e os problemas com drogas, levaram a Warner a tomar uma decisão surpreendente e demitir Charlie Sheen.

A sua demissão chegou a ser parodiada no youtube.

E o que ele fez?

Como todos os consumidores insatisfeitos hoje em dia, correu para o Twitter para reclamar dos seus antigos patrões (@charliesheen).

E logo após 25 horas e 17 minutos na rede social, o ator atingiu a marca de 1 milhão de seguidores, entrando para o Guiness Book, hoje ele tem o incrível número de 3.080.510 de seguidores.

Mais o melhor ainda estava por vir…

O ator realizou um tuíte pago por mais de 100 mil dólares, gerando uma repercussão incrível no meio online.

Muitos “analistas” de mídia social criticavam o valor pago e debatiam o mal uso da ferramenta pelo anunciante, a Internships.com um site de empregos norte-americano.

Já cansado de tanta repercussão negativa, o anunciante divulgou que esse tuíte gerou mais de 1 milhão de visitantes únicos, de 181 países diferentes. Esses dados indicam uma rentabilidade de incríveis R$ 0,10, ou seja, cada clique no link que ele colocou em seu twitter custou a Internships.com apenas R$ 0,10.

Enfim, toda essa história acima é para pensarmos na força que as mídias sociais possuem hoje em dia e, principalmente, o fato de os consumidores confiarem cada vez mais na opinião das outras pessoas para comprar um determinado produto.

Hoje em dia, o bem mais importante na comunicação online é a credibilidade.

Além disso, especula-se que a Warner quer o retorno de Charlie Sheen para a emissora. Será que a força que ele mostrou nas mídias sociais tem a ver com isso?

Vamo que vamo!


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Digital
Minha terra tem palmeiras, onde a Bethania faz poesia.
David Coelho
17 de março de 2011

Desde ontem que o assunto nas redes sociais (#5 TT Worldwide) é a aprovação do MinC para o blog da Maria Bethania captar R$1.35 mi em patrocínio. Esse patrocínio pode ser buscado através da Lei Rouanet, que garante abatimento de imposto em troca de incentivo cultural. O projeto se chama “O mundo precisa de poesia” e terá, por dia, um poema declamado pela cantora ao longo de um ano.

Na hora já surgiram “comediantes em pé” fazendo todos os tipos de piadas, um blog fake, o twitter @blogdabethania e milhares de revoltados. Durante essas discussões só me vinha a cabeça uma pergunta: o que os produtores esperam?

Lendo o projeto me surpreendi com a quantidade de acessos por dia que eles esperam receber, apenas 6 mil. Achei pouco para o tamanho do investimento, que ainda pretende alcançar o debate nas redes e com isso incentivar outros artistas a produzirem conteúdos do mesmo tipo. Foram ambiciosos na repercussão, mas subestimaram os acessos.

Já houve o interesse do canal GNT em transmitir as pílulas diárias em sua grade de programação, o que mostra o potencial que o projeto tem. De qualquer forma, escolheram a Internet para fazer esse tipo de projeto que se encaixaria perfeitamente em um programete de TV.

O que isso representa para o mercado de blogs? A onda blogueira está aí e os objetivos do Blog da Bethania não são diferentes dos objetivos da “classe” como um todo. Por isso, houve revolta da parte dos blogueiros que iniciaram o movimento “Pô, Maria Bethania. Não conhece WordPress?”. Acontece que mesmo que o projeto fosse feito no WordPress, existiria um custo de produção para que tudo fosse publicado no blog.

Acho que existe uma falsa impressão de amadorismo e cultura grátis quando se fala em blogs. Só porque existem ferramentas como YouTube e WordPress, seria apenas gravar o conteúdo na sala de casa e postar na Internet. Acontece que para muitos isso já representa grandes negócios e vem se tornando um mercado cada vez mais promissor. Estão aí o Jovem Nerd, Felipe Neto e PC Siqueira pra provar.

O amadorismo tende ao profissionalismo a partir do momento que qualquer amador pode sair do anonimato do dia pra noite. A internet é o caminho.

Colaboraram para o post Marcio Thees e Felipe Gaúcho. Valeu pelo debate.


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Digital - Pulso
Fantasia de Maria-vai-com-as-outras
Maíra Miguel
13 de março de 2011

Durante esse carnaval, alguns temas tiveram destaque na mídia: a falação do xixi na rua, o total de pessoas presas por esse mesmo motivo, a falta de banheiros públicos, o atraso do Salgueiro e a vitória meio que esperada da Beija-Flor. Mas aproveito esse domingo, o verdadeiro final do carnaval, para comentar o que de longe, mais me chamou atenção durante o período.

Por acaso, ouvi o programa do radialista Roberto Canazio, na Rádio Globo, que comentava a notinha de que as redes sociais foram fundamentais para lotar todos os blocos de rua do Rio, inclusive os desconhecidos dos foliões. Até aí tudo bem.

Mas lá pelas tantas, ele começou a falar que os usuários das redes, na verdade, são Maria-vai-com-as-outras. E continuou argumentando que blocos clássicos precisaram de anos para conquistar seu público fiel. Já esse ano, por causa de uma “convocação” virtual, os blocos inéditos só lotaram porque tinha muita gente sem personalidade que viu algum post. Gente que foi apenas por obrigação. E que obrigação.

Eu tenho um entendimento ligeiramente diferente. Identifico que as redes foram fundamentais para arrastar uma multidão nesses blocos novos por outros motivos:

1 – A grande força das redes é permitir que todos possam divulgar, falar o que quiser sem barreiras. Isso é exemplo do verdadeiro poder da democratização da informação. Ali, o novo e o tradicional tem o mesmo espaço.

2-  O carnaval de rua do Rio de Janeiro foi patrocinado por grandes empresas que criaram sites, encartes e várias formas de divulgar os 461 blocos existentes. Todos estavam igualmente acessíveis aos foliões.

3- Os blocos consagrados como Bola Preta, Suvaco de Cristo, Simpatia, Monobloco, dentre tantos outros, estavam mais do que lotados. Não perderam foliões porque surgiram novos. Havia oportunidade pra todos e a escolha podia ser feita de acordo com estilos, gostos, horários e perfil.

4- Tradição é importante, inovar é fundamental e no carnaval de rua esses dois quesitos se complementam. Lugar de disputa de tradição x inovação fica na Sapucaí, por conta da Beija-Flor e Unidos da Tijuca. E lá eles já tem seus jurados, gostemos ou não do resultado.

Vamos deixar os julgamentos só para eles e manter a rede livre como deve ser. Resumindo, esse papo de Maria-vai-com-as-outras me soa mais como fantasia fora de moda, sem noção, do que realidade.