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Digital - Planejamento - Pulso
Jogar nas redes sociais é coisa de vovózinha?
Leonardo Brossa
03 de fevereiro de 2012

Em janeiro a Flowtown compilou dados e traçou o perfil dos “Social Gamers”, ou seja, das pessoas que jogam FarmVille, CityVille e outros jogos do tipo.

Perfil dos Social Gamers

Aqui na Quintal acompanhamos com interesse esse segmento e sabíamos que estávamos falando de um público mais velho, mas 38% dos jogadores serem pessoas acima de 50 anos nos surpreendeu.  Apenas 6% são jovens com 21 anos ou menos.

Acreditávamos que o movimento das empresas em buscar jogos com um contexto mais jovem já fosse aparecer nesse estudo, que traz como idade média do “social gamer” 43 anos.

Como cuidar de uma fazenda ou ser prefeito de uma cidade está longe de ser um sonho ou desejo de jovens e jovens adultos, alternativas interessantes começam a surgir. A última delas é o lançamento do Hidden Chronicles, definido como um “jogo de mistérios e objetos escondidos”.

Hidden Chronicles

Como vimos, a semelhança com Harry Porter não é mera coincidência. Resta saber se os Social Games terão força para tirar a garotada dos seus consoles tradicionais e celulares. O que você acha?


Desapego, sua linda!
Leonardo Brossa
25 de janeiro de 2012

Uma mudança de comportamento que os tempos atuais trouxeram é o desapego às idéias. Não adianta nada ter a ideia genial se ela vai continuar sendo só uma ideia. Sabendo disso, passamos a nos preocupar muito menos em guardar à 7 chaves as nossas e passamos a dividi-las em mesas de bar com amigos e pessoas que a gente acredita que possam nos ajudar a colocá-las na rua.

Desde que abri a Quintal tenho sido procurado por conhecidos que querem uma força para colocar suas ideias em prática. Pra mim tem sido uma experiência e tanto, pois estou  aprendendo a dar forma e pensar em um modelo de negócio para algo até então intangível

Mas nessa semana pude ver todo esse desapego em uma ferramenta nova e super interessante, o Qrawr. Eles se vendem como “comments for real walls” já dando uma sacaneada nos monólogos que acontecem nas redes sociais, onde muita gente quer falar e pouca gente quer ouvir.

Conheça o Qrawr

Os caras convocam você a pensar em utilidades para a ferramenta, porque nem eles ainda sabem o potencial dela. Claro que tem jogada aí, mas eles já podiam ter lançado ela fechada, já pensando na entrada de marcas, midia kit completo e por aí vai.

Basicamente o Qrawr é um leitor específico de QR-Codes gerados por eles. Esses códigos vão  ser distribuídos em formas de adesivos para serem colados em objetos reais. Escaneados, carregarão esses “real walls” centralizando as discussões. Dessa forma eles enriquecem e tornam exclusivas essas conversas, através de  pessoas impactadas realmente por esse “sticker”.

Bom, confere lá e pensa em uma idéia. Já mandei duas para eles e vou receber os meus. Já tem muita gente falando que o modelo dos caras vai ser a venda dos adesivos, mas acho que eles ainda querem entender até onde dá pra chegar…


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TV, mais viva do que nunca (mesmo nos Estados Unidos)
Bruno Altieri
26 de novembro de 2011

Essa matéria do G1 me chamou a atenção:

Mas a TV não está morta?

Claro que não, se a gente pensar TV apenas como uma “tela grande”. Porque é isso que ela é. E isso é muito bom. O iPad oferece uma experiência quase igual ao iPhone, só que numa tela maior. Um detalhe? Não, isso faz toda a diferença. Cinquenta polegadas também fazem. E a gente continua comprando televisores.

Agora, se pensarmos TV como o modelo atual dos canais de televisão, isso tende a morrer mudar, mesmo, assim como o jornal, a revista… A maneira de consumir conteúdo hoje mudou, a maneira de produzir, também. Todos os meios tendem a imitar o que dá certo em um mundo online: tudo é social, interativo, on demand, etc. Falando especificamente de TV, há dois fatores que nos aproximam dessa mudança: as Smart TVs e a notícia de que a Apple estaria pensando em lançar uma TV no ano que vem (algo como um iPad gigante). Ou seja, o mercado está se mexendo. E quando a Apple se mexe, o mercado se mexe mais.

A tendência dos canais (emissoras) nesse novo contexto é que eles sejam como os canais do YouTube, ou simplesmente apps, simplesmente emissoras de conteúdo, e sempre haverá demanda por conteúdo, em qualquer tela. Principalmente nas grandes.


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Afinal, para que serve a mobilização?
Bruno Brum
20 de outubro de 2011

Para estrear no blog, nada melhor do que um tema contemporâneo e provocativo. Após ser convidado pela querida Fátima Rendeiro, fiquei pensando em um assunto interessante durante duas semanas. E no meio de tantos avatares de crianças e desenhos, resolvi falar de mobilização. E afinal, o que é e para o que serve a tal mobilização?

Segundo as definições da famosa Wikipédia, mobilização é o ato de ajuntar e fazer tanto tropas como provisões prontas para a guerra. A palavra “mobilização” foi usada a primeira vez, em um contexto militar, para descrever a preparação do exército prussiano durante os anos de 1850 e 1860.

Depois de ler bastante sobre a origem da palavra e as suas intenções, fui refletir sobre o real objetivo e desdobramentos da mobilização.  E afinal, para o que ela serve?

Para mobilização ter fundamento é necessário transformar. A mobilização sem o poder de transformar não tem final, perde a razão. Mobilizar por mobilizar é vazio. Seja a transformação de um comportamento, a transformação de um ambiente ou de uma causa. É necessário transformar.

E quando levamos isso para essa história da troca de avatares por desenho que tomou as nossas redes sociais, chego a uma conclusão: Temos um belo motivo para nos mobilizarmos. A luta contra a violência infantil é mais do que justa. Mas nos movermos de verdade. Chega de mobilizações pela internet que não nos levam a lugar nenhum e que no final não geram transformação nenhuma.

Enquanto na Estônia as pessoas se mobilizam via internet e limpam o país todo em um dia Imagem de Amostra do You Tube, no Egito derrubam um presidente, os Brasileiros fazem “pseudo-revoluções” com avatares de desenhos e colocam hashtags nos trending topics do twitter.

Chega de revoluções feitas na frente das telas do computador e que serão esquecidas em menos de um mês.

MOVE ON GUYS!


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O Marketing dos Beatles
Gustavo Fontes
12 de setembro de 2011

A página oficial da banda no Facebook tem mais de 21 milhões de pessoas.
No Orkut, as inúmeras comunidades possuem mais de 300mil membros apenas no Brasil.
Por último, no YouTube são milhares de vídeos com músicas da banda, muitos com mais de 100 milhões de views.

Mostrar em números a força da maior banda da história da música é desnecessário. O espaço que eles conquistaram transcende explicações lógicas e matemáticas.
E aqui que entra a grande lição da banda para nós comunicadores.

Num mercado cada vez mais acirrado, inúmeras opções e clientes com cada vez mais informações, faça como os Beatles, tenha fãs que sua marca será imortal.

Esta frase poderia muito bem estar em qualquer para-choque de caminhão, mas é a mais pura verdade.

Vamos lá!

A banda encerrou suas atividades em 1970.
O Orkut iniciou suas atividades em 2004.
O YouTube começou em 2005.
E o Facebook em 2006.

E o que falar dessa criançada cantando a música deles?

Imagem de Amostra do You Tube

A mensagem é bem clara e simples, busque criar fãs que sua marca e/ou produto se tornará perene.

Lógico que esse caminho não é facil, assim como a carreira dos Beatles, mas a recompensa pode ser tão impactante quanto o legado que eles deixaram.


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Começou o jogo!
David Coelho
15 de agosto de 2011

Os tão famosos social games, febre no Facebook e Orkut, chegaram ao Google+.

O Google disponibilizou 16 jogos na nova rede social, entre eles Angry Birds, Bejeweled e Zynga Poker. Alguns deles já são clássicos entre os social games e outros do mundo mobile.

Até aí nada de novidade, tendo em vista que os social games já atraem milhões de pessoas para as redes sociais já existentes. Vamos avaliar o impacto disso daqui algum tempo tendo em mente o gráfico abaixo.

Ter esses games no acervo do Google+ pode ajudar ainda mais nesse crescimento que eles tiveram em tão pouco tempo. Ainda mais com games que já são viciantes no mobile, através do Android, que já faz parte do guarda-chuva Google. O acordo do Google com empresas como a Zynga, já podem vir com o pacote Android/Chrome/Google+.

AH NÃO! SPAM DE GAMES NO GOOGLE+ TAMBÉM???

Quem é usuário do Facebook já deve ter recebido infinitos pedidos de adoção de uma vaca solitária ou de um pato sem memória. Enviar moedas verdes que é bom nada, né? (não entendeu? clique aqui)

Não se preocupem, o “Seu Google” foi camarada e implementou um botão que ativa e desativa a opção Games. Desativando essa opção, você não recebe as solicitações de Games de seus amigos. Ponto para o Google.

 

 

Optando por jogar, você pode comparar sua pontuação com a de seus amigos, assim como os outros social games. Algo que torna a disputa bem mais atrativa.

Eu ainda não consegui bater meu camarada Mark. E olha que ele ainda está jogando fora de casa.

 

 

 Colaborou para este post: Brenda Carolina (@becarol)


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Doe Tempo
Leonardo Brossa
11 de julho de 2011

Doe TempoHá duas semanas atrás tive a oportunidade de bater um papo com o pessoal que está organizando o TedXYouth Sudeste, que tem tudo pra ser um dos eventos mais bacanas do ano. Mas isso vai ser outro papo.

Uma das coisas mais legais nesse tipo de encontro é conhecer gente diferente do nosso meio e sair um pouco do nosso mundinho, seja ele publicitário, artístico, cinematográfico, administrativo ou qualquer outro. Porque não tem jeito, a gente sempre acaba se isolando mesmo, é natural.

Tinha uma coisa em comum entre todas as pessoas que estavam nesse dia que me chamou a atenção. Todos nós estávamos doando um pouco do nosso tempo para fazer algo que realmente acreditamos. E doar tempo hoje em dia é complicado, temos uma rotina pesada no trabalho, precisamos chegar em casa pra liberar as babás ou simplesmente encontrar as pessoas que escolhemos, além de ler e ir a eventos para nos atualizarmos. Porrada!

Nesse panorama, a expressão “share of time” faz cada vez mais sentido nos dias de hoje. Como você divide seu tempo é cada vez mais o “pulo do gato” pra se encontrar um equilíbrio bacana. (tô ficando com medo que esse texto pareça auto-ajuda, mas vamos lá…)

Pra mim, que de 3 em 3 meses repenso minha existência e contesto minhas decisões, participar de iniciativas como essa me revigoram e me ajudam a saber que tenho mais a oferecer do que fazer belos planejamentos e reuniões para meus clientes. Quando saí do encontro pra encontrar minha ninhada e minha esposa eu estava feliz demais. Claro que o chope no Bar Lagoa ajudou.

(agora tá parecendo diário de adolescente, mas vou continuar…)

O ponto que quero chegar é que nós somos cobrados e nos cobramos muito diariamente, muitas vezes nos afastando ou nem chegando a descobrir coisas que realmente são importantes para nós. Minha provocação é que a gente pode e merece doar nosso tempo para fazer coisas diferentes, novas na nossa rotina. Mas pra isso, precisamos exercitar nossa humildade. Pois precisamos dela pra saber que nossa ausência uma tarde, uma manhã, um dia, umas horas ou qualquer tempo que você possa dedicar, não vão ter efeitos catastróficos.

Sair uma manhã pra conhecer um projeto como o Hub Escola e ver se pode se tornar colaborador não vai fazer a sua empresa quebrar. Chegar mais tarde em casa porque você se dedicou a encontrar pessoas diferentes pra fazer algo completamente novo, não vai abalar seu casamento e seus filhos não vão te amar menos por isso.

Por isso, fecho esse testamento pedindo que você exercite a doação do seu tempo. Doe tempo, seja ele pra uma causa, pra um projeto não profissional, pra uma instituição de caridade, pra bater papo com um idoso, pra brincar com uma criança, pra fazer qualquer coisa, contando que seja nova. Até porque, tem muita gente precisando da sua ajuda, inclusive você.

Exercitando a Doação:

- Voluntários

- Rio Voluntário

- Doe Palavras

- Doe sua página 404 pra AACD

- Hub Escola

- Guerreiros sem Armas