Há quem imagine que publicidade não tenha nada de números, análises e métricas. Ainda existe no inconsciente coletivo um pouco daquele velho estereótipo de que para ser bom nesse meio, basta muita criatividade e algumas ideias geniais que surgem na mesa do bar.
De fato, algumas ideias podem até surgir assim, por que não? Mas vamos ser francos, análises estratégicas (e seus números) também são inspiradoras. Mais do que isso, os números conversam com quem sabe ouvi-los. Esse é o grande desafio. Precisamos ter consciência que os resultados são objetivos, mas as leituras essas sim podem ser subjetivas.
No mundo digital então diria que números, métricas e a publicidade são melhores amigos. E mais, os clientes adoram quando os dois caminham de mãos dadas porque juntos eles contribuem para alcançar reconhecimento e credibilidade. E exatamente por isso é obrigatório que a criação publicitária, independente de on ou off, seja pensada desde sua concepção nos gráficos, números e estatísticas que vão permitir avaliar se a campanha conseguiu os objetivos esperados.
Falando de digital mais uma vez, ali a criatividade pode e deve rolar solta, sempre lado a lado com métricas consistentes e segmentadas. E o melhor, o monitoramento é praticamente simultâneo. Podemos mudar tudo e refazer uma nova estratégia em curto período, depois de boa conversa com análises, dados, números, etc. Confesso: eles são uma das minhas cachaças. Para quem gosta, saboreie com prazer. Quem ainda não provou, fica aqui o convite. Pode parecer amargo início, mas é que nem cerveja: depois que se acostuma, desce redondo.

