By BoLOBOOLNE payday loans

Posts com a Tag ‘marketing’


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Planejamento
Como é vista a sua companhia?
Iuren
01 de novembro de 2011

Fala galera, meu nome é Iuren Alves, trabalho no planejamento da Quê. A Fátima Rendeiro me convidou para escrever no blog faz mais de uma semana e eu só terminei agora.

Preguiça? Incapacidade? Medo de dar errado? Pode ser. Mas o que mais me empaca é a necessidade de fazer algo relevante.

Porque, em minha opinião, isso define a diferença entre perder e investir – e isso pode ser tempo, dinheiro etc – tanto o meu quanto o seu e o de outras pessoas que não estão nessa vida a passeio (desculpem o clichê).

Então, aqui, eu faço essa proposta: vamos viver de forma relevante.

- Tentando modificar a vida das pessoas, não importando se for através de posts ou de algo bem maior em nosso dia-a-dia, no trabalho ou não.

- Fazendo somente reuniões que valham à pena, evitando gastar tempo com o que pode ser dito por email.

- Indo além da eficiência no trabalho, além da presença familiar: contribuindo de forma positiva para o espírito local, ajudando na união das pessoas, no bom clima, no combate à apatia, na promoção de novidades.

- Fazendo o tempo que os outros investem prestando atenção em você e o que você investe se predispondo a fazer alguma atividade não ser tempo perdido.

Se nos dizemos seres vivos, por que não trazer vida, nos esforçando diariamente para ser um elemento que acrescente e, não, um elemento a mais?

Quanto mais fizermos isso, mais a nossa companhia será considerada um investimento, afinal ela significará segurança, harmonia, qualidade, tempo e, claro, dinheiro.

Realmente nem tudo aí em cima é fácil de fazer, mas o que importa mesmo é ir tentando do nosso jeito, evitando certas inutilidades e comprovando os resultados =)


Categoria
Pulso
O Marketing dos Beatles
Gustavo Fontes
12 de setembro de 2011

A página oficial da banda no Facebook tem mais de 21 milhões de pessoas.
No Orkut, as inúmeras comunidades possuem mais de 300mil membros apenas no Brasil.
Por último, no YouTube são milhares de vídeos com músicas da banda, muitos com mais de 100 milhões de views.

Mostrar em números a força da maior banda da história da música é desnecessário. O espaço que eles conquistaram transcende explicações lógicas e matemáticas.
E aqui que entra a grande lição da banda para nós comunicadores.

Num mercado cada vez mais acirrado, inúmeras opções e clientes com cada vez mais informações, faça como os Beatles, tenha fãs que sua marca será imortal.

Esta frase poderia muito bem estar em qualquer para-choque de caminhão, mas é a mais pura verdade.

Vamos lá!

A banda encerrou suas atividades em 1970.
O Orkut iniciou suas atividades em 2004.
O YouTube começou em 2005.
E o Facebook em 2006.

E o que falar dessa criançada cantando a música deles?

Imagem de Amostra do You Tube

A mensagem é bem clara e simples, busque criar fãs que sua marca e/ou produto se tornará perene.

Lógico que esse caminho não é facil, assim como a carreira dos Beatles, mas a recompensa pode ser tão impactante quanto o legado que eles deixaram.


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Pulso
Bolha 2.0 – Cuidado com o pacote básico
Leonardo Brossa
16 de abril de 2009

Tive a oportunidade de viver o céu e o inferno do mercado digital. Era empresário e aproveitamos bem o boom da internet, mas também sentimos queimar na pele o estourar da bolha que havia sido criada.
 
Naquela época, muitas empresas (clientes) que entraram na “corrida do ouro” se frustraram com uma primeira experiência realmente negativa, já que a conta nunca fechava e havia uma promessa de ganho espetacular. Esse trauma demorou a passar. Hoje, vivemos num mercado maduro e cada vez mais profissional. Mas também um mercado em plena ebulição, com uma “grande novidade” toda semana.
 
Vejo uma semelhança com aquele período e fico preocupado. Gênios voltam a preconizar a chegada de uma nova era que precisa ser aproveitada em sua plenitude, caso contrário, sua marca cairá no limbo e nunca mais será lembrada, nem pronunciada. Com esse tom profético, característico de algumas religiões que garantem seu pedacinho no céu, esquecem os preceitos básicos de adequação da mensagem, estudo de público, definição de objetivos, papéis de cada um dos meios utilizados, e por aí vai.
 
Propõem que as empresas atuem de forma determinante e incisiva em todas as redes sociais e ferramentas web 2.0 ou qualquer outro nome que seja interessante no momento. A proposta já vem com o pacote básico do meio, com a utilização do Orkut, Facebook, Twitter, My Space e um Brand Channel no You Tube – afinal de contas você precisará de vídeos produzidos exclusivamente para a Internet. Juntamos a isso uma dinâmica promocional (ARG) para estimular o papo nas comunidades e fazer com que seu consumidor produza conteúdo “de qualidade” e “di grátis” para você.
 
Chega a ser quase divertido quando você vê que tudo isso está sendo criado para médicos plantonistas ou executivos do primeiro escalão de empresas multinacionais, públicos que terão todo o tempo do mundo para participar e se envolver com a marca dessa forma. Mais engraçado é ver que muitos desses papas, até pouco tempo atrás, estavam vendendo o Second Life da mesma forma: ou você está lá ou você não existe.
 
Mas eu poderia dizer: dane-se, ele que faça a besteira e depois seu cliente vai vir correndo pra mim. Nada disso! Quando isso acontece, o cliente fica traumatizado e cria uma percepção pra lá de negativa do nosso mercado, achando que a gente tá ali para brincar e fazer experiência com o dinheiro dele. Esse cara não está diminuindo o tamanho do bolo, ele está estragando a massa!
 
Lembrando Jeff Bezos, sem aspas: desejo que a pessoa que queira fazer uma compra pela Internet vá ao site, realize o pedido, pague sem problema e receba o produto no prazo. Depois disso, quando ela quiser comprar um livro, ela virá na Amazon.