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Posts com a Tag ‘Mídia’


Categoria
Mídia
A Evolução da Internet
Gabriel Cunha
20 de outubro de 2011

Não sou um super fã de infográficos, mas achei essa referência bem interessante.  O material conta um pouco da história da Internet desde o seu surgimento em um projeto militar, passando pela época da bolha, surgimento de blogs, games, redes sociais até chegar a realidade atual de usuários multiconectados realizando várias tarefas através da rede.

Ver tudo o que a humanidade já passou após o surgimento da Internet me faz questionar quais serão os próximos quadros desse infográfico…

infográfico sobre a evolução da Internet


Tags
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Categoria
Mídia
TV vs. Youtube ou TV + Youtube?
Gabriel Cunha
28 de junho de 2011

Não gosto de comparar o Youtube com a TV tradicional porque isso estimula a (falsa) ideia de que a Internet vai matar os outros meios, pensamento do qual não partilho. Prefiro acreditar que as mídias são complementares e o que importa realmente não é o meio, mas o conteúdo.

No fim das contas, é o conteúdo que segura a audiência. Quer dizer, não existe um mundo real e um mundo virtual, os dois são o mesmo. Portanto, uma matéria no jornal pode virar um hit no Youtube, assim como um hit do Youtube pode virar matéria de jornal. Os meios se complementam, não se anulam.

Acredito inclusive que boa parte do sucesso do Youtube (ao menos aqui no Brasil) se deva ao fato de sermos um povo tão viciado em assistir TV. O Youtube nos deu a possibilidade não só de assisitir como também de produzir conteúdo. E ainda assim, boa parte do material mais visto do site são vídeos de programas e erros de gravação da TV.

Programas de Televisão também têm se aproveitado bem do popularização dos videos online, reproduzindo os virais mais comentados e estimulando a participação do telespectador através de vídeos.

Porém, imagino o que aconteceria quando TV e Youtube resolvessem transmitir simultaneamente o mesmo conteúdo. Neste caso, acho que outros fatores como qualidade de som e imagem, velocidade da conexão e comodidade passariam a ser decisivos.

Digo isso por ter lido que, depois da transmissão da beatificação de João Paulo II, de shows de música sertaneja e do carnaval de Salvador, o Youtube terá um canal exclusivo para a exibição dos jogos da Copa América de futebol. Porém, os jogos da seleção brasileira não serão transmitidos aqui, por questões de exclusividade de transmissão das imagens.

Sinceramente não sei como seria caso o Youtube transmitisse uma final de Copa Brasil x Argentina, mas ainda assim não consigo enxergá-lo como concorrente, mas como um forte aliado. Quem sabe não é a hora de sincronizar a programação da TV com a do Youtube, aumentando o alcance e vendendo pacotes de patrocínio com maior interatividade? Neste caso, as três partes interessadas – TV, Internet e Consumidor – só têm a ganhar.

Ao menos é o que eu acho…


Categoria
Digital
Revolução silenciosa
Vinicius Oberg Guedes
15 de outubro de 2010

Alguém já parou para pensar no futuro dos museus e os conflitos que eles podem viver com as próximas gerações?

Será que, em seus formatos atuais, vão continuar envolvendo os chamados “nativos digitais”?

Bem, a fórmula que os museus lá de fora estão encontrando é a de misturar o formato tradicional com a geração de experiências e interação permanente com o público. Quer um exemplo? O MOMA, em Nova York.

Um aplicativo para Iphone foi criado com objetivo de  complementar a experiência vivida no museu. Uma das principais funções segue a tendência comportamental da nova geração, a de socialização digital. Através do app é possível compartilhar tudo aquilo que você está vivendo com os amigos do facebook.

Especialistas, artistas e museólogos tendem a ser mais conservadores nessa discussão, mas não podem fechar os olhos para essa realidade. Uma coisa é certa: o tema tem que ser mais discutido. As gerações estão mudando em uma velocidade nunca vista e a discussão sempre acaba caindo na mesma linha.

Será que vai acabar? A internet foi para dentro do celular, já o rádio caminha para dentro da internet, o que vimos até agora não foi o fim de nada e sim uma grande integração.

Pelo que vimos os museus parecem caminhar nessa mesma linha.


Categoria
Mídia
Tsunami de Informação e Inovação
Fatima Rendeiro
22 de maio de 2009

No Fórum Internacional de Mídia (www.foruminternacionaldemidia.com.br), realizado dia 21 de maio de 2009 pelo Grupo de Midia do Rio, tivemos a oportunidade de ouvir Marcelo Tas que tem 68.457 seguidores em seu Twitter e paro e penso como estamos envolvidos em uma Tsunami de Informação que nos atropela todos os dias, além disso, estamos vivendo uma onda de novidades, pois são várias coisas novas ao mesmo tempo e não estamos conseguindo dar conta de tanta informação nova.

Eu não estava no Twitter, mas acabei de me render, pois se um negócio como esse tem tem tanta gente participando, alguma coisa boa ele deve ter.

No mínimo troca de informações com gente bacana já vale a experiência.

E o que é mais interessante é que as chamadas mídias tradicionais que poderiam considerar o Twitter como outro mundo, o utilizam justamente para postar informações o dia todo. No Brasil, participam do Twitter, a Tv Record, a Tv Globo, a Tv Cultura, entre outros, além de vários jornais, como O Globo, com informações em tempo real.

E você o que acha do Twitter? Você já o considera como mídia?


Categoria
Pulso
Free World
Vinicius Limoeiro
14 de abril de 2009

Como seria o mundo se tudo fosse de graça? Um caos? Eu acredito que estamos próximos dessa realidade e que ela será excitante, tanto para nós publicitários quanto para os nossos consumidores. Duas operadoras de telefonia móvel, a Blynk na Europa e a Uber Mobile nas Filipinas oferecem ligações grátis para jovens, desde que eles aceitem receber mensagens publicitárias em seus aparelhos.

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Alunos de universidades japonesas estão tirando cópias gratuitamente em folhas com publicidade impressa no verso. Estudantes no EUA estão recebendo folhas de fichário com o patrocínio de marcas no topo. Uma vending machine no Japão oferece bebidas grátis caso o usuário opte por assistir um comercial, enquanto a bebida é preparada, e utilize um copo com propaganda impressa.

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O mundo está sendo subsidiado pela publicidade? Sim! Isso é o Free Love, uma onda que foi sinalizada há mais de dois anos pelo Trendwatching e parece não ter fim. O Free Love é uma relação onde as marcas oferecem serviços, conteúdos ou produtos grátis para os consumidores e, em troca, eles aceitam receber publicidade. Nesta relação existem ganhos para os dois lados: os consumidores são beneficiados pelo livre acesso e as marcas passam a fazer parte de seu cotidiano de forma envolvente e relevante.

O Free Love é uma forma de vencer a saturação de mensagens e entrar em contato com um consumidor que já está acostumado a acessar conteúdos e serviços de forma gratuita através da Internet. O Free Love nada mais é do que uma expansão do nosso tradicional modelo de rádio e TV aberta, que distribuem conteúdo gratuitamente com o subsídio da publicidade (esse modelo, inclusive, já está em franca expansão entre os jornais gratuitos). O que tiramos disso tudo é que, de uma forma ou de outra, TUDO É MÍDIA. Estamos vivendo um mundo de novas possibilidades. E agora, temos que ir muito além do conteúdo para criar vínculo e relevância com nossos consumidores. E ai? O que vamos oferecer para passar as mensagens de nossas marcas?