By BoLOBOOLNE payday loans

Posts com a Tag ‘reflexão’


Inovação no consumo do entretenimento
Vinicius Oberg Guedes
18 de setembro de 2011

Na onda do “Check-in” baixei um aplicativo sensacional. O nome do app é GetGlue e basicamente possui a mesma mecânica do FourSquare. É mais uma rede que se utiliza do Gamification, conceito que aplica a lógica dos games (pontos, competição e status) para o engajamento do público.


Nele você pode saber o que seus amigos estão assistindo, lendo ou até bebendo.  E claro, explorar cada uma dessas experiências. O GetGlue nada mais é do que uma grande rede social voltada para o consumo do entretenimento. Iniciativas como essa sinalizam como será esse consumo daqui pra frente, sempre provocando estímulos e valorizando a recomendação. Porém, como em todo conceito novo, também existem aqueles que são contra. Sugiro o artigo “Gamification é bullshit“, publicado no BrainStorm9.


Categoria
Digital
Revolução silenciosa
Vinicius Oberg Guedes
15 de outubro de 2010

Alguém já parou para pensar no futuro dos museus e os conflitos que eles podem viver com as próximas gerações?

Será que, em seus formatos atuais, vão continuar envolvendo os chamados “nativos digitais”?

Bem, a fórmula que os museus lá de fora estão encontrando é a de misturar o formato tradicional com a geração de experiências e interação permanente com o público. Quer um exemplo? O MOMA, em Nova York.

Um aplicativo para Iphone foi criado com objetivo de  complementar a experiência vivida no museu. Uma das principais funções segue a tendência comportamental da nova geração, a de socialização digital. Através do app é possível compartilhar tudo aquilo que você está vivendo com os amigos do facebook.

Especialistas, artistas e museólogos tendem a ser mais conservadores nessa discussão, mas não podem fechar os olhos para essa realidade. Uma coisa é certa: o tema tem que ser mais discutido. As gerações estão mudando em uma velocidade nunca vista e a discussão sempre acaba caindo na mesma linha.

Será que vai acabar? A internet foi para dentro do celular, já o rádio caminha para dentro da internet, o que vimos até agora não foi o fim de nada e sim uma grande integração.

Pelo que vimos os museus parecem caminhar nessa mesma linha.


Categoria
Pulso
A Banda Larga por fio
Camila Carneiro
07 de março de 2009

Quando a crise financeira e a eleição de Obama ainda são os assuntos mais comentados na mídia, seja ela especializada ou não, uma notícia totalmente à margem e de pouco destaque conseguiu desviar minha atenção: a retomada das discussões sobre o modelo de negócio da Power Line Communications (PLC) no país.

Para quem ainda não conhece, a PLC é uma tecnologia inglesa que já vem sendo testada há alguns anos no Brasil, capaz de transmitir dados e voz em banda larga através da corrente elétrica. Em termos práticos, isto quer dizer que uma tomada comum pode ser fonte de acesso à internet de alta velocidade, sem interferir no funcionamento de outros eletroeletrônicos.

A popularização da WEB está sendo anunciada desde que os computadores baratearam de preço e chegaram a 25% dos lares do Brasil. No entanto, vale destacar que apenas a presença do aparelho não sugere a exploração de todos os recursos do meio, cada vez mais amplos e dependentes do acesso rápido, limitado e encarecido pela complexa infra-estrutura demandada e seus altos custos de implantação.

Neste contexto, a comercialização da PLC pelas companhias elétricas regionais surge como mais um importantíssimo passo para a verdadeira aceleração do processo de inclusão digital no país, uma vez que a parte mais demorada e dispendiosa do processo já está aí, em 98% dos domicílios brasileiros. Não será preciso fazer grandes adaptações na rede e a conta de energia não deve sofrer aumento significativo, já que o consumo médio desse tipo de modem é de apenas 9 Watts.

Para nós, publicitários, vale a reflexão sobre a série de possíveis conseqüências da difusão desse novo negócio: esbarrarmo-nos com uma possibilidade real de massificação de um meio que, apesar dos crescentes índices de penetração na classe média ano a ano, ainda é prioritariamente pensado e planejado para a classe AB.