Posts com a Tag ‘Social Media’


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Digital - Planejamento - Pulso
Jogar nas redes sociais é coisa de vovózinha?
Leonardo Brossa
03 de fevereiro de 2012

Em janeiro a Flowtown compilou dados e traçou o perfil dos “Social Gamers”, ou seja, das pessoas que jogam FarmVille, CityVille e outros jogos do tipo.

Perfil dos Social Gamers

Aqui na Quintal acompanhamos com interesse esse segmento e sabíamos que estávamos falando de um público mais velho, mas 38% dos jogadores serem pessoas acima de 50 anos nos surpreendeu.  Apenas 6% são jovens com 21 anos ou menos.

Acreditávamos que o movimento das empresas em buscar jogos com um contexto mais jovem já fosse aparecer nesse estudo, que traz como idade média do “social gamer” 43 anos.

Como cuidar de uma fazenda ou ser prefeito de uma cidade está longe de ser um sonho ou desejo de jovens e jovens adultos, alternativas interessantes começam a surgir. A última delas é o lançamento do Hidden Chronicles, definido como um “jogo de mistérios e objetos escondidos”.

Hidden Chronicles

Como vimos, a semelhança com Harry Porter não é mera coincidência. Resta saber se os Social Games terão força para tirar a garotada dos seus consoles tradicionais e celulares. O que você acha?


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Digital - Planejamento
Social Media 2012
Gustavo Fontes
07 de dezembro de 2011

Chega nessa época do ano e muitos estão ávidos procurando por dados e informações para ajudar na apresentação sobre a força das mídias sociais e como elas se comportaram nesse ano.

Afinal de contas, 2012 está batendo na porta e, mais uma vez, precisamos convencer Deus e o mundo da força dessas tais mídias sociais.

Tentando ajudar nesse momento, separei aqui dos links que podem nos ajudar bastante.

Retrospectiva 2011 – Twitter

Social Media 2011
Imagem de Amostra do You Tube


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Digital
Facebook Credits – A moeda do Facebook
Gabriel Cunha
11 de março de 2011

O Facebook, maior rede social do mundo, anunciou esta semana uma parceria com a Warner Bros. para lançamento de um serviço de locação de filmes online. O aluguel custa 30 Facebook Credits (moeda do facebook), o que corresponde a 3 Dólares. A mesma moeda deverá ser de uso obrigatório a partir de 1° de Julho para qualquer transação em aplicativos ou games na rede. Com isso, a empresa de Zuckerberg lucra 30% do que for gasto no jogo ou aplicativo.

Parece que, quando o assunto é inovar, o Facebook realmente sabe o que faz. Não conformados com a tradicional venda de publicidade, a rede possui uma moeda própria que promete movimentar e muito a economia mundial nos próximos anos. Em 2010, Só no mercado de games (que gera bilhões de Dólares anualmente), o Facebook teve 4 títulos entre os 10 que mais faturaram.

Imagine agora o “estrago” que esta máquina de dinheiro poderia causar entrando em mercados carentes de novos modelos de negócios como músicas ou livros (podendo concorrer diretamente com a Apple). E, considerando que estamos falando de uma moeda, por que não pensar na venda de ingressos, roupas, eletrodomésticos, carros e imóveis? Não deve demorar muito para termos o primeiro apartamento vendido por Facebook Credits.

O dinheiro virtual da rede social já pode ser adquirido em lojas americanas como Wal Mart e Best Buy além de ser opção de recompensa no programa de pontos dos cartões American Express.

Alguns sites especializados já falam em fcommerce, uma espécie de ecommerce que funcionaria apenas no facebook como oportunidade para varejistas utilizando Facebook Credits

Tudo isso sem contar o Facebook Places, ferramenta de geolocalização que promete bater de frente com o Foursquare ajudando empresas a movimentar seu mercado oferecendo descontos e comunicando ofertas.

O Facebook é uma prova do quanto o mundo virtual impacta direta e indiretamente a economia no mundo real. Se as coisas continuarem assim, já consigo ver os Facebook Credits sendo negociados nas bolsas de valores mundo afora…


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Digital - Pulso
Há uma revolução acontecendo lá fora
Raul Santa Helena
05 de março de 2011
Imagem de Amostra do You Tube

Eu venho achando meio estranho que as insurreições populares em cascata que vem ocorrendo no norte da África vem sendo pouco comentadas e analisadas pelos especialistas em teoria da comunicação e redes sociais. Não sei se estão esperando que os fatos se desenrolem até o momento de amadurecerem para então poderem ser impressos nos livros escolares. Até o momento eu também não me sentia confortável para dissertar sobre o tema por conhecer pouco a respeito.

Isso mudou depois que assisti ontem ao vivo à histórica apresentação de Wadah Khanfar, diretor geral da rede de televisão árabe Al Jazeera, no TED 2011.

O fato é que a história está sendo escrita neste momento lá fora. E é inegável o papel da internet e das redes sociais neste processo. Esse processo revolucionário foi potencializado graças ao poder da web em viabilizar alguns fatores preponderantes, como por exemplo:

• O compartilhamento epidêmico de conhecimento e dos valores universais.

• A socialização viral dos sentimentos populares.

• A ampliação da compreensão do cenário global.

• A maior influência dos hábitos ociedental e do pensar democrático nos jovens.

Khanfar é tão clarividente em seu pronunciamento que vale registrar aqui algumas passagens para refletirmos com mais propriedade sobre os recentes acontecimentos.

“Eu estou aqui para lhes dizer que o futuro com o qual nós vínhamos sonhando está de fato vivo. Vocês, a geração atual, de fato educada, conectada, inspirada pelos valores universais compartilhados e com uma compreensão global, criou essa nova realidade com a qual havíamos sonhado quando jovens. Encontramos hoje novos caminhos para expressar nossos sentimentos, nossos sonhos. Essa gente jovem, que recuperou a auto-confiança das nações daquela parte do mundo, que nos trouxe um novo significado sobre o que é ‘liberdade’. Jovens que nos encorajaram a caminharmos para fora de nossas casas, descermos para as ruas sem violência, elevar o nosso poder de voz e dizer: ‘nós queremos ver o fim do regime’”.

Uma das passagens mais emocionantes da apresentação é quando Khadaf conta sobre o telefonema de um jovem civil que estava em plena Tahrir Square no Egito em meio ao maior e mais importante protesto da Revolução Egípcia – que ficou conhecido como a “Marcha dos Milhões”. O jovem implorou ao telefone para que ele não desligasse as câmeras naquela noite pois senão haveria um genocídio sem precedentes. O egípcio afirmou ainda que Khanfar estava protegendo o povo ao mostrar o que estava acontecendo em sua rede global. Khanfar então ligou sua equipe de correspondentes e encorajou-os a fazerem o “seu melhor”. Apelou para que eles, em hipótese alguma, desligassem as câmeras naquela noite pois aquelas pessoas sentiam-se confiantes e protegidos por alguém estar contando a sua história.

Khanfar lembrou ainda que a TV Al Jazeera foi banida da Tunísia pelo ditador Ben Ali e há muitos anos os repórteres da emissora não eram autorizados a entrarem no país. Porém, ele afirma que a emissora descobriu que cada um desses jovens revolucionários que foram às ruas poderiam atuar como verdadeiros repórteres correspondentes in-loco. “Nós nos tornamos um centro de compartilhamento que recebe todo esse valioso material (fotos, vídeos, informações) das pessoas comuns. Pessoas que estão conectadas, pessoas com ambição, que libertaram-se do sentimento de inferioridade. E tomamos essa decisão de sermos o circulador de informações. Nós seremos a amplificação dessas vozes, vamos espalhar essas mensagens”.

Estamos falando de um exemplo clarividente que comprova o poder da mobilização social amplificado pelo potencial epidêmico das redes sociais. Um fato histórico sem precendentes que confirma que há de fato uma revolução acontecendo na forma como esta nova geração se relaciona com os meios de comunicação, com as marcas, com o meio social e até com os governos. Uma geração que está utilizando o poder das redes sociais para, entre outras coisas, iniciar um processo revolucionário que culmina na queda de ditadores que há décadas reprimiam suas nações. Uma geração que está impondo uma insurreição democrática viabilizada pela tecnologia e que varreu o mundo árabe no momento em que as pessoas se organizaram e perceberam que poderiam simplesmente ganhar as ruas para exigir mudanças. Uma geração que não concorda mais com o monopólio da fala e reivindica o seu poder de voz. Não é a toa que a primeira medida de todos esses ditadores foi a tentativa de cortar a internet em todo o país.

Khanfar finaliza sua histórica apresentação no TED com uma mensagem inspiracional contundente: “o futuro chegou. O futuro é agora. Testemunhamos uma mudança histórica, a chegada de uma nova era. Este é um momento para celebrarmos nos conectando com aquelas pessoas nas ruas e expressando nosso apoio para elas, expressando esse tipo de sentimento universal de dar suporte aos fracos e necessitados, criando um futuro muito melhor para todos nós”.

E você, o que você acha disso tudo? Raise your voice and bring us your opinion.

ps.1: a ironia fica por conta da marca “apoiadora” do TED de Khanfar. Simplesmente a montadora Lincoln, da Ford. É irônico vermos uma palestra do diretor geral da Al Jazeera, dissertando sobre as revoluções em regiões onde os EUA historicamente apoiaram ditaduras que fossem coniventes com a manutenção do fornecimento de petróleo, sendo patrocinada justamente por uma montadora americada. Enfim, irônico, não? :)

Imagem de Amostra do You Tube

ps.2: em meio a pesquisa para escrever esse post, encontrei uma breve entrevista de Khanfar onde podemos constatar que o cara não está apenas pegando carona nos recentes acontecimentos. Já em 2007, ele afirma que as novas mídias possuem um papel relevante em acelerar as causas democráticas e viabilizar a liberdade de expressão.

ps.3: outra prova disso é uma entrevista que Khanfar cedeu à revista TIME em 2006 onde afirmou que o papel do novo jornalismo é “repensar as autoridades e dar voz aos sem-voz”.


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Digital
Revolução silenciosa
Vinicius Oberg Guedes
15 de outubro de 2010

Alguém já parou para pensar no futuro dos museus e os conflitos que eles podem viver com as próximas gerações?

Será que, em seus formatos atuais, vão continuar envolvendo os chamados “nativos digitais”?

Bem, a fórmula que os museus lá de fora estão encontrando é a de misturar o formato tradicional com a geração de experiências e interação permanente com o público. Quer um exemplo? O MOMA, em Nova York.

Um aplicativo para Iphone foi criado com objetivo de  complementar a experiência vivida no museu. Uma das principais funções segue a tendência comportamental da nova geração, a de socialização digital. Através do app é possível compartilhar tudo aquilo que você está vivendo com os amigos do facebook.

Especialistas, artistas e museólogos tendem a ser mais conservadores nessa discussão, mas não podem fechar os olhos para essa realidade. Uma coisa é certa: o tema tem que ser mais discutido. As gerações estão mudando em uma velocidade nunca vista e a discussão sempre acaba caindo na mesma linha.

Será que vai acabar? A internet foi para dentro do celular, já o rádio caminha para dentro da internet, o que vimos até agora não foi o fim de nada e sim uma grande integração.

Pelo que vimos os museus parecem caminhar nessa mesma linha.


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Pulso
Osmose coletiva
Eduardo Barbato
07 de maio de 2010

A Web 2.0 Expo chegou ao fim e estive fazendo uma balanço de tudo que vi, ouvi e vivi nestes 4 dias de evento. Na hora de escolher um tema para o post, resolvi vasculhar a palavra OSMOSE. Quando comecei a futucar no google me deparei com uma infinidade de definições vindas dos mais diferentes meios: sites de respostas(yahoo), sites de biologia, blogs de professores e pessoas comuns, dicionários online, wikepedia e etc. Li todas as definições com muita calma e, aí sim, cheguei as melhores conclusões. Já acho tudo isso fascinante. Mas a melhor definição que se adaptava ao momento foi: Osmose. Fenômeno produzido quando dois líquidos, de desigual concentracão, separados por paredes que possuem certa porosidade, a atravessam e se misturam.

Porque estou falando tudo isso? Pra dizer que num evento como esse não é necessariamente preciso ver algo genial e de fato não vi. Todas as palestras estão em níveis muito desiguais. Em alguns momentos, assisti ótimos oradores com apresentações razoáveis, em outros momentos apresentações muito boas com uma presença não muito marcante e diversas onde o palestrante nitidamente entende do assunto e apenas ficou contando suas experiências. Todas as formas contribuem para o conhecimento. Mas, o mais importante e marcante foi o movimento de aprendizado compartilhado, um comportamento efevercente aqui por essas bandas. Aprendi assistindo as palestras, ouvindo o bate-papo ao lado, na hora do almoço, transitando pela Expo e vendo uma série de empresas novas, puxando papo no intervalo com uma pessoa que nunca vi na vida e era dono de uma startup. Todos sedentos por informação e não importa quem você é, as pessoas querem falar e escutar também. O evento transpirou essa vibe: compartilhar. Nunca na minha vida foi tão pertinente a frase popular: APRENDI POR OSMOSE. Se perguntar para um garoto daqui o que ele quer ser quando crescer, ele vai falar  - “dono de startup de internet”. Tudo que assisti acrescentou muito, mas a experiência de estar na cidade que é o coração do pensamento WEB é o que fez a diferença. Uma verdadeira osmose coletiva.

Pavilhão central para mais de 2 mil pessoas. Somente palestras maiores.

Pavilhão central para mais de 2 mil pessoas. Somente palestras maiores.

A Hora que a CEO do slideshare estava anunciando a nova funcionalidade de vídeos. Foi o anúncio oficial.

A Hora que a CEO do slideshare estava anunciando a nova funcionalidade de vídeos. Foi o anúncio oficial.

Um dos pavilhões das salas de palestras

Um dos pavilhões das salas de palestras

O evento tinha umas 5 áreas dessa, onde eram debatidos alguns temas pelos próprios participantes.

O evento tinha umas 5 áreas dessa, onde eram debatidos alguns temas pelos próprios participantes.

Mesa de peso: Chris Andersen(wired), o cara do Animoto e outro do skype.

Mesa de peso: Chris Andersen(wired), o cara do Animoto e outro do skype.

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uma visão do Lobby do segundo andar do evento

uma visão do Lobby do segundo andar do evento

ei e o cara do www.theonemilliongiraffes.com. Eu tinha que tirar foto com a figura.

Eu e o cara do www.theonemilliongiraffes.com. Eu tinha que tirar foto com a figura.

Tim O`Reilly. Criador do evento dando uma entrevista

Tim O`Reilly. Criador do evento dando uma entrevista

Da série de palestras muito boas com apresentações de alto nível. Organização de conteúdo. Tema do meu próximo post.
Da série de palestras muito boas com apresentações de alto nível. Organização de conteúdo. Tema do meu próximo post.
Brasileirada que conheci no evento. Cristiano(RBS) e a esposa Andreia(Pão de Açucar) e Roosevet(Uol). Nosso chop de encerramento.

Brasileirada que conheci no evento. Guliherme(Abril), Cristiano(RBS) e a esposa Andreia(Pão de Açucar) e Roosevet(Uol). Nosso chop de encerramento.

Na minha volta escrevo mais. Vou compartilhar todas as apresentações, sites, perfis no twitter de cada palestrante.


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Pulso
Sociais mesmo?
Eduardo Barbato
04 de maio de 2010

O meu trabalho de cobertura do WEB 2.0 em são Francisco, quem diria, foi uma aventura e  começou em NY. Isso porque, na conexão do voo tive que parar na Big Apple e  retirar a minha mala. Até aí tudo bem, mas de repente me deparei com um homem sentado lendo um livro calmamente numa cadeira próxima a minha e adivinhe? era o ex-presidente FHC. Tivemos uma rápida e amistosa conversa e o encontro me fez pensar muito. Era um sinal: o que política social tem a ver com mídia social? mais tarde vocês vão entender onde quero chegar.

1 Fernando Henrique

No resumo do primeiro dia, poderia dizer que me senti uma criança perdida querendo comer todos os doces da prateleira em apenas 12 segundos. Eu estava alucinado com a sensação de estar perdendo alguma coisa. São 20 salas enormes com palestras diversas e muita gente boa. A solução: compartilhar(por favor, com aspas pelo trocadilho). Entrei de cabeça na rede interna do evento e a cada intervalo trocava informação,  num deles  conheci uma chinesa que trabalha na China Mobile e está com o desafio de trabalhar mídias sociais para 1 bilhão de pessoas. Vida muito mais complicada que a minha, que preciso pensar em mídias sociais para a 55 milhões de clientes Oi. Ufa! Nessas rápidas escapadas, encontrei também gente do Terra, Apontador, Pão de Açucar e RBS.

Mais uma rodada de palestras e percebi que mesmo se falando de usablidade, falava-se de mídia social. Ou seja, está no centro do furacão. Uma das palestras mais legais e que eu não vi(me disseram) foi a de uma designer, a Erin Malone, especialista em construção de plataformas sociais. Ela falou muito sobre o ecossistema que define o melhor trabalho em uma nova rede, vale a pena ver. O site dela é http://www.designingsocialinterfaces.com/ Gostei muito do esquema que ela mostrou, é muito completo. Como acredito que num futuro próximo teremos redes sociais mais segmentadas porque os Facebooks vão ficar chatos demais, dei muita atenção a tudo. Barbato, vc está louco? a Resposta é NÃO!! Olhe para sua Timeline do twitter e do Facebook que você irá entender o que estou falando. Mas é papo para outro dia.

2 grafico

Mas quando o assunto é mídia social o que mais se falou foi de métricas. Isso sim gerou discussão do pessoal da Comscore com uma cara do twitter e etc. Mas todos são unânimes ao comentar que em social media tudo poderá ser mensurado. E o dia que isso acontecer: boom!!!!!! VAMOS PODER GANHAR MAIS DINHEIRO e OS CLIENTES VÃO ACREDITAR MAIS NO MEIO. Eles também comentaram que os resultados não acontecem da noite para o dia, se você quer realmente fazer uma trabalho de marca em mídias socias, precisa ter paciência estratégica e uma tática pressa. Citaram uma série de ferramentas de métricas, como Lexico, Sociallistics, Elgg, Backtype, Identi.ca e Pligg.
Mas é o clima do evento que mais me deixou empolgado.

O ambiente respira inovação e o maior exemplo disso é a ideia do encerramento do dia. Uma bateria de apresentações feitas por quem está assistindo ao evento. A ideia é a seguinte, dentro da rede interna você pode se inscrever para fazer uma dessas apresentações e contar o que tem em mente, vender seu peixe, mostrar qualquer coisa, desde que seja em 20 slides de 30 segundos cada. A pessoa sobe no palco e dispara. Putz, foi uma das melhores surpresas do dia, eram participantes do evento como eu, em busca de exposição das suas ideias, uma melhor que a outra.

Imagem de Amostra do You Tube
Sente o clima do encerramento do dia.

Mas a que mais me impressionou e demonstra que o SHARE na internet não deixa de ser uma “política social” foi a de um garoto que não entende nada de internet, é apenas usuário, e fez uma aposta com um amigo. “Vou conseguir desenhos de 1 milhão de girafas até 2011″. Lançou um site super simples e com o uso das redes sociais começou a disseminar a sua ideia. Em pouco tempo já estava recebendo desenhos de girafas de mais de 69 países. O conceito não é novo, mas demostra o poder social da rede. Onde nem sempre os maiores investimentos  e os mais poderosos são os que vingam. O FHC adoraria escutar isso.. :)

3 girafas a
4 girafas b
5 girafas cImagem do site


6 fazendo girafas
Pessoal colaborando, fazendo suas Girafas na saída do evento.

Amanhã prometo que serei mais breve no post.