


Vivemos uma era de democratização da produção e consumo de conteúdo. Na guerra por alguns minutos de atenção do consumidor, ganha quem conseguir ser relevante e original (único, de preferência). O público, além da grande variedade de fontes, tem a possibilidade de escolher quando, como e onde será impactado. Se ele não gostar, vai buscar outras opções e ponto!
Com isso em mente, tenho me surpreendido com o poder de formação de opinião dos videologgers (blogueiros produtores de vídeos). Tendo o Youtube como seu maior aliado, os vloggers são a “bola da vez” nas mídias sociais. Vlogs como “MysteryGuitarMan”, “maspoxavida” e “Não Faz Sentido!” chegam a ultrapassar 1 milhão de exibições para cada um de seus vídeos (com duração entre 5 e 10 mintuos) em poucas semanas além de terem uma média de 500 mil usuários inscritos em seus canais.
O sucesso dos videologs segue a mesma fórmula de blogs e perfis de redes sociais: ganham credibilidade por ter um conteúdo inovador e exclusivo, estão conectados a uma comunidade de pessoas interessadas neste conteúdo e tornam-se uma referência no que fazem.
Obviamente, já temos marcas tentando se associar com os vloggers em ações de patrocínio de conteúdo. Nada mais justo, afinal, como já foi dito, é ali que se encontra a rara e disputada atenção do consumidor.



